terça-feira, 11 de junho de 2013

Que tal usar as redes sociais para combater os assaltos?

10:19








O projeto B.O. Coletivo pretende envolver a comunidade na busca de soluções na área de segurança pública
Foto: Izabel Dias / Especial para Terra

O estudante Danilo Juari, presidente do Grêmio, explica que o objetivo do projeto é fortalecer as comunidade, fazendo com que se envolvam com os problemas de seu bairro e possam contribuir com o poder público para redução da violência.Um projeto adotado pela União dos Grêmios de Estudantes de Marília, interior de São Paulo, busca mapear os locais da cidade em que as pessoas tenham sido vítimas de assaltos. Utilizando as redes sociais como forma de divulgação e também o contato direto com a população nos bairros, o projeto “B.O. Coletivo” pretende envolver a comunidade na busca de soluções na área de segurança pública. O projeto surgiu em Porto Alegre e outras cidades também estão aderindo



Danilo Juari, presidente do Grêmio de Estudantes de Marília, responsável pelo projeto

Foto: Izabel Dias / Especial para Terra

Morador assaltado aprova iniciativa


O promotor de merchandising Alessandro Aurélio Lima Pereira, 26 anos, foi assaltado há poucos meses na rua Álvares Cabral, no centro da cidade. Ele estava dentro do carro sozinho quando um assaltante armado entrou no veículo e outro ficou do lado de fora em uma moto. O ladrão pediu dinheiro e levou a carteira de Alessandro e a máquina fotográfica que estava no banco de trás. Ele registrou boletim de ocorrência na delegacia, mas nada foi localizado.

A campanha visa distribuir cartazes com os dizeres “Aqui fui assaltado” para que sejam colados no local onde ocorreu a violência. A vítima imprime o cartaz e prega no muro, poste ou estabelecimento comercial onde o roubo aconteceu. O cartaz está disponível para download na página do grupo nas redes sociais. A partir do mapeamento dos locais, será feito um levantamento dos pontos onde os roubos são mais frequentes.

Danilo Juari afirma que um site será criado para disponibilizar os dados à população. As informações também serão compartilhadas com a Polícia Militar da cidade, os conselhos de segurança e também associações de bairro. “Queremos envolver toda comunidade na discussão e também as instituições e, com esse mapeamento, ver o que pode ser feito nesses locais, como mais iluminação, mais policiamento. Esse é um projeto permanente e no futuro queremos discutir outros temas”, disse Juari.

Alessandro soube da campanha através de amigos e decidiu imprimir o cartaz e colar no muro em frente ao local onde foi assaltado. Ele disse aprovar a campanha. “Achei a iniciativa boa porque ajuda a polícia a dar mais atenção a esses locais”, afirmou. 

Fonte: Terra

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Idealizador do Blog, pós graduado em Gestão de Segurança da Informação, MBA em Direito Eletrônico, especialista em informatização de processos, admirador de tecnologia, porém preocupado com o meio ambiente.

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